O (R)Evolução da Palavra é um ambiente de leitura que desenvolve pensamento autônomo para mulheres

Você já entendeu o suficiente. Já leu, já fez terapia, já tentou. O que falta não é mais conhecimento, é parar de repetir o que já sabe que não funciona.

Você lê bastante, pesquisa, faz terapia há anos, já passou por mentoria, curso, processo de autoconhecimento. Consegue nomear seus padrões numa conversa com amigas, entende de onde vêm, como funcionam, por que se repetem.

 

E mesmo assim, quando chega a hora de decidir algo que importa você trava, decide e não aguenta sustentar. Ou sustenta por três semanas e volta exatamente ao ponto de antes, como se todo aquele entendimento não tivesse força suficiente para mudar nada.

 

Não é que você não saiba. O que te falta não é mais uma explicação sobre você mesma é a capacidade de transformar o que já sabe em algo que se sustenta quando a vida pressiona.

 

Falta elaboração. Falta linguagem que seja sua, e não repetição do que leu em algum lugar. Falta uma estrutura interna que não dependa do próximo insight, do próximo livro, do próximo profissional dizendo o que você, no fundo, já sabe.

Enquanto essa estrutura não existe, a conta chega

Você escolhe a pessoa errada (de novo) porque ainda confunde intensidade com conexão. E quando percebe, já está no meio do estrago.

Aceita o projeto, o cargo, a demanda que não te representa. Não porque não saiba dizer não, mas porque não aguenta o peso do silêncio depois do não.

Pede opinião antes de cada decisão importante. Não por insegurança genuína. Porque dividir a responsabilidade da escolha dói menos do que bancá-la sozinha.

Começa o processo novo cheia de clareza. Três semanas depois, está de volta ao mesmo padrão, e agora com a frustração extra de saber exatamente o que está repetindo.

O poder do discurso materno

"Assim que nascemos – e às vezes antes –, nossa mãe determina “como somos”. Assim, as lembranças se organizam, em nossa consciência, por meio das palavras que ouvimos desde a mais tenra infância. Toda família tem a boazinha, o estudioso, o rebelde, o avoado... Mas até que ponto esses rótulos de fato refletem quem somos? Neste livro, a escritora mundialmente famosa Laura Gutman explica sua metodologia da construção da biografia humana – um trabalho de tecelã em que a pessoa reconstrói sua história não com o discurso daqueles que a cercam, mas com autonomia e discernimento. A autora não dá conselhos, não aponta falhas nem culpados. Apenas conduz o indivíduo por uma jornada de autoconhecimento, desvendando experiências infantis que não estão racionalmente organizadas na consciência. Esse mergulho interior por vezes é duro, dolorido, mas o potencial de crescimento que advém dele é capaz de transformar por completo aqueles corajosos o bastante para enfrentar o processo. Emergem daí seres humanos mais completos e aptos a manter relações familiares e amorosas harmônicas. Assim, esta obra deve ser lida por todos aqueles que buscam uma existência mais consciente e verdadeira, em especial aqueles que têm filhos."

O que é o (R)Evolução da Palavra?

O (R)Evolução da Palavra não é um clube de leitura, embora use livros. A cada ciclo, uma obra é escolhida por Liz Maria como ponto de partida para um trabalho que não tem nada a ver com discutir o livro.

O livro é a ferramenta, mas você é o material.

O trabalho real é sair da leitura passiva:  aquela em que você sublinha, concorda e esquece, e entrar num tipo de leitura que desmonta o que você acha que sabe sobre si mesma. Que te obriga a traduzir o que leu em linguagem própria. Que expõe a distância entre o que você diz que acredita e o que você de fato faz.

Um clube comum

O Laboratório

O que acontece lá dentro

O encontro:

 

Liz traz um trecho ou um conceito do livro do ciclo: não como conteúdo pra você absorver, mas como provocação deliberada. A partir dali, o grupo desmonta: o que o texto diz, o que cada uma entendeu, e o que essa diferença revela. Não é debate nem troca de opiniões. É desmontagem de percepções automáticas: inclusive as que você tem certeza que são “suas”.

 

Cada livro é lido no transcorrer de cada ciclo:

Contato

Primeiro encontro com a obra. Liz direciona a leitura com provocações específicas: o que observar, onde resistir à interpretação fácil.

Desmontagem

O que você "entendeu" rápido demais é exatamente o que precisa ser questionado. Aqui começa o trabalho real.

Tradução

O texto vira espelho. Você aprende a conectar o que leu com o que vive: em linguagem que é sua, não emprestada.

Nomeação

Você sai do ciclo com palavras que antes não tinha. Não com inspiração. Com linguagem para sustentar o que descobriu.

O que o Laboratório constrói

Nomeação precisa

A capacidade de dar palavras exatas ao que antes era confuso ou reprimido. Porque você não muda aquilo que não consegue nomear com precisão.

Pensamento crítico estruturado

Sair da leitura que confirma o que você já pensa e entrar na leitura que desmonta. Ler para questionar — a si mesma, não só o autor.

Sustentação de identidade

Parar de ajustar o que você pensa e diz dependendo de quem está na sala. Aprender a manter o próprio posicionamento quando o ambiente empurra pro lado contrário.

veja o que as participantes falam:

“Pra mim mexeu com muita coisa ao mesmo tempo, vou ler novamente depois do choque. Uma forma totalmente diferente de ver a questão de empoderamento da qual eu tanto ouvi, num mundo em que eu sempre tentei dar a conta de tudo, ser forte o tempo todo, ter o controle de tudo que é minha responsabilidade e quando não tenho eu sofro. Sempre confundi muito as minhas percepções, pra mim descansar parecia fraqueza, humildade parecia submissão, silêncio parecia derrota e a suavidade parecia falta de poder. Eu comecei a abrir e mudar esse olhar quando me voltei a Deus, pois aprendo muito sempre, sobre não precisar carregar tudo sozinha. Mudei minha percepção no casamento, me permiti ser cuidada com um olhar menos potente no feminismo, no trabalho focar em servir com humildade, entregando meu melhor, mas confiando mais em algo maior e agora com o livro sinto o choque de realidade que eu ainda preciso. Obrigada por tudo isso Liz!”

“Paro de me enganar sobre onde estou. Vejo a realidade como ela é, não como gostaria que fosse. Me percebo como responsável pelos resultados que tenho hoje e pelos que vou construir. Entendo que não estou recomeçando do zero, estou continuando com mais consciência. Troco validação externa por consistência interna. Mais parece um estado desejado, e é.”

“Quanto menos eu tento sustentar uma versão de mim, mais consigo perceber que aquilo que eu sou não precisa ser defendido — apenas observado com honestidade.”

“Para mim foi entender o quanto o ego cria ilusões a partir das narrativas que eu construo sobre mim e das que os outros têm de mim. E o quanto existe a necessidade de olhar para o que está por trás dos meus pensamentos. Acho que ficou muito forte pra mim essa coragem de enxergar quem eu sou sem fantasia, sem excesso de peso e sem precisar provar tanto.”

Liz Maria

Quem vai te ensinar

@lizmaria.semanestesia

Eu não trabalho com motivação. Trabalho com linguagem: o tipo que nomeia o que você evita antes que dê tempo de racionalizar e fugir.

O que as pessoas mais falam sobre mim é que sou cirúrgica com as palavras. Eu levo isso a sério.

Na Soul Lilith, o meu trabalho é fazer com que mulheres parem de terceirizar a própria vida. Isso significa que eu não te dou respostas prontas, não adapto o processo pra ficar confortável. Aqui confronto não é sinônimo de agressão, mas sim interrupção da narrativa automática.


E o meu objetivo final é um só: que você não precise mais de mim.

Condições de entrada

(R)Evolução da Palavra

por

R$155,00

/mês

Oferta de lançamento por tempo limitado

Dúvidas: WhatsApp +55 (49) 99985-0306 · lizmaria@lizmaria.com.br

Perguntas que você pode estar fazendo.

Essa é a objeção mais comum — e quase nunca é sobre tempo. O Laboratório não pede que você devore 300 páginas por semana. Pede que você leia com atenção e apareça nos encontros disposta a trabalhar. Se você tem tempo pra rolar feed, tem tempo pra isso.

Provavelmente porque tudo que você tentou te deu mais entendimento. E entendimento não é o que te falta. O Laboratório trabalha na camada que a maioria dos processos não toca: transformar o que você já sabe em algo que se sustenta.

Essa é a pergunta mais honesta que existe — e a resposta é que sustentar é exatamente o que a gente treina aqui. Você não precisa chegar pronta. Precisa chegar disposta a não sair correndo quando apertar.

Nenhum dos dois. É um espaço de desenvolvimento de pensamento autônomo através da linguagem. Não substitui terapia, não tem nada a ver com coaching, e não funciona como mentoria. Opera numa camada diferente.

Pode. O compromisso é por ciclo mensal.

Se você chegou até aqui, a decisão já está tomada.

Liz Maria · (R)Evolução da Palavra

Uma jornada começa com uma escolha.

Antes de prosseguirmos, quero te conhecer de verdade.

Responda com honestidade — isso é o que torna tudo possível.

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O que mais te incomoda na forma como você vive hoje?

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O que você percebe que continua se repetindo na sua vida, mesmo depois de muitos esforços para mudar?

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Pergunta 03  —

Qual livro, frase ou experiência mais mudou sua forma de enxergar a si mesma?

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Pergunta 04  —

O que te fez se interessar pelo (R)Evolução da Palavra?

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Se nada mudar nos próximos anos, o que você teme que aconteça com a sua vida?

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